Neste sábado, 28 de fevereiro, vamos revisar, com a lição 59, as ideias da lições que começam no número 41 e vão até o 45, obedecendo às mesmas orientações dadas desde o início desta primeira revisão. As ideias são:
(41) Deus vai comigo aonde eu for.
(42) Deus é minha força. A visão é Sua dádiva.
(43) Deus é minha Fonte. Não posso ver separado d'Ele.
(44) Deus é a luz na qual eu vejo.
(45) Deus é a Mente com a qual eu penso.
A prática dos exercícios diários já me autoriza a pensar que, de fato, se Deus está na minha mente, uma vez que ela é parte da Mente d'Ele, não há nenhum lugar a que eu possa ir sem que Ele vá comigo. E o texto me convida a perguntar: como posso me sentir só, se Deus vai comigo aonde eu vou? E mais, como posso ter dúvidas e me sentir inseguro, se a certeza perfeita habita n'Ele e Ele está comigo o tempo inteiro? Mesmo quando não me lembro disso. Como posso me deixar perturbar por qualquer coisa, se Ele descansa em mim na paz perfeita? Como posso sofrer se com Ele estou cercado pelo amor e pela alegria?
Posso, e devo, lembrar de agradecer a toda hora e a todo momento pelo exercício me devolver a memória de que minha força vem de Deus, que também me dá a visão. Separado d'Ele não posso ver, não posso existir distante de minha fonte. É d'Ele que vem a luz que me permite ver. É d'Ele a Mente na qual posso pensar. Na verdade, vivo e me movimento em Deus, com Deus e por Deus. Não há nada que eu possa fazer separados d'Ele. Nem de minha santidade.
A questão é: vou conseguir [lembrando que conseguir é sinônimo de querer] me lembrar disso tanto quanto preciso para cumprir minha própria vontade, que é a Vontade de Deus, ou vou me deixar enganar pelas falsas necessidades criadas pelo mundo para esquecer de minha santidade. O que vou escolher?
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Entrar em contato com a santidade
Antes de passarmos à revisão das ideias da lição 58, deste dia 27 de fevereiro, gostaria de chamar sua atenção mais uma vez para a última ideia dos exercícios de ontem, que diz: Minha mente é parte da Mente de Deus. Eu sou verdadeiramente santo.
Voltemos à segunda parte da ideia - eu sou verdadeiramente santo - para falar um pouquinho a respeito da santidade, um conceito com o qual o mundo não está muito acostumado a lidar no dia a dia. Ou tem uma série de preconceitos e noções erradas da ideia que está por trás das palavras santo e santidade. Elas até chegam a ser motivo de zombaria em alguns círculos mundanos. Ou envolvem um julgamento pejorativo para definir alguém ["santo", "santinho"] que não quer fazer alguma coisa que lhe pareça ser contrária àquilo em que acredita. É a pressão social [do ego] fazendo força para o indivíduo contrariar a si mesmo. Ou para forçá-lo a fazer coisas das quais ele tem consciência de que os resultados não o levarão para mais perto da alegria.
Para o UCEM, parece-me, a santidade é nosso estado natural. Por isso lhes trago aqui a definição de santidade, dada por Roberto Crema em um livro chamado Normose, para aprendermos, talvez, a apagar a noção errada que temos, julgando-nos incapazes de alcançar um tal estado, ou porque nos subestimamos, ou porque não queremos ser excluídos de nossos círculos de amizade parecendo carolas ou certinhos, além das medidas aceitas para o convívio em grupo. Assim, diz ele, "... a santidade [sinônimo de plenitude] não é um privilégio de poucos; é uma responsabilidade de todos nós. Ser santo é ser inteiro, é ser simples, é ser transparente. É ser tudo aquilo que realmente somos. É uma conquista do processo de individuação*, da travessia das sombras rumo ao ser, processo que jamais termina e que começa com o primeiro passo neste labirinto de nós mesmos".
Dito isto, vamos as ideias para a revisão de hoje, seguindo as mesmas orientações dadas para as lições anteriores. São elas:
(36) Minha santidade envolve tudo o que vejo.
(37) Minha santidade abençoa o mundo.
(38) Não há nada que minha santidade não possa fazer.
(39) Minha santidade é minha salvação.
(40) Eu sou abençoado como um Filho de Deus.
Entendendo, conforme vimos acima, a santidade como o estado natural do Filho de Deus, que somos todos e cada um de nós, podemos perfeitamente praticar as ideias que o livro nos sugere para os exercícios de hoje sem receio algum de ir contra qualquer coisa que o mundo nos apresente. E, melhor ainda, com a certeza de que o mundo não pode, nem vai, nos apresentar nada que não possamos envolver em santidade, uma vez que, ao nos descobrirmos em nosso estado natural, só podemos abençoar o mundo e tudo o que há nele. Ao mesmo tempo, podemos também conservar em mente a certeza de que não há nada que não possamos fazer. A certeza de que qualquer coisa que fizermos pode ser abençoada, pois aponta para a salvação que nossa santidade garante. E é assim que precisamos aprender a viver nossos dias, envoltos na gratidão, sendo gratos por tudo, porque nos sabemos abençoados como um Filho de Deus. Que é o que somos, na verdade.
Ainda no mesmo livro, Crema cita o poeta Juan Ramon Jimenez que diz: "Não corras. Não tenhas pressa. Aonde tens que ir é só a ti".
Vamos começar a jornada?
*Individuação: na psicologia de Jung, a individuação é um processo psíquico de amadurecimento e transformação frequentemente descrito em conjunto com os conceitos de autorealização e totalização da pessoa. Simplificando enormemente o conceito, para trazê-lo aos termos do UCEM, poder-se-ia dizer que a individuação é a viagem que fazemos durante toda nossa vida, partindo do modo de conhecer do ego para chegar ao Ser, para entrar em contato com a santidade, nosso estado natural. Isto é, a jornada de que fala o poeta.
Voltemos à segunda parte da ideia - eu sou verdadeiramente santo - para falar um pouquinho a respeito da santidade, um conceito com o qual o mundo não está muito acostumado a lidar no dia a dia. Ou tem uma série de preconceitos e noções erradas da ideia que está por trás das palavras santo e santidade. Elas até chegam a ser motivo de zombaria em alguns círculos mundanos. Ou envolvem um julgamento pejorativo para definir alguém ["santo", "santinho"] que não quer fazer alguma coisa que lhe pareça ser contrária àquilo em que acredita. É a pressão social [do ego] fazendo força para o indivíduo contrariar a si mesmo. Ou para forçá-lo a fazer coisas das quais ele tem consciência de que os resultados não o levarão para mais perto da alegria.
Para o UCEM, parece-me, a santidade é nosso estado natural. Por isso lhes trago aqui a definição de santidade, dada por Roberto Crema em um livro chamado Normose, para aprendermos, talvez, a apagar a noção errada que temos, julgando-nos incapazes de alcançar um tal estado, ou porque nos subestimamos, ou porque não queremos ser excluídos de nossos círculos de amizade parecendo carolas ou certinhos, além das medidas aceitas para o convívio em grupo. Assim, diz ele, "... a santidade [sinônimo de plenitude] não é um privilégio de poucos; é uma responsabilidade de todos nós. Ser santo é ser inteiro, é ser simples, é ser transparente. É ser tudo aquilo que realmente somos. É uma conquista do processo de individuação*, da travessia das sombras rumo ao ser, processo que jamais termina e que começa com o primeiro passo neste labirinto de nós mesmos".
Dito isto, vamos as ideias para a revisão de hoje, seguindo as mesmas orientações dadas para as lições anteriores. São elas:
(36) Minha santidade envolve tudo o que vejo.
(37) Minha santidade abençoa o mundo.
(38) Não há nada que minha santidade não possa fazer.
(39) Minha santidade é minha salvação.
(40) Eu sou abençoado como um Filho de Deus.
Entendendo, conforme vimos acima, a santidade como o estado natural do Filho de Deus, que somos todos e cada um de nós, podemos perfeitamente praticar as ideias que o livro nos sugere para os exercícios de hoje sem receio algum de ir contra qualquer coisa que o mundo nos apresente. E, melhor ainda, com a certeza de que o mundo não pode, nem vai, nos apresentar nada que não possamos envolver em santidade, uma vez que, ao nos descobrirmos em nosso estado natural, só podemos abençoar o mundo e tudo o que há nele. Ao mesmo tempo, podemos também conservar em mente a certeza de que não há nada que não possamos fazer. A certeza de que qualquer coisa que fizermos pode ser abençoada, pois aponta para a salvação que nossa santidade garante. E é assim que precisamos aprender a viver nossos dias, envoltos na gratidão, sendo gratos por tudo, porque nos sabemos abençoados como um Filho de Deus. Que é o que somos, na verdade.
Ainda no mesmo livro, Crema cita o poeta Juan Ramon Jimenez que diz: "Não corras. Não tenhas pressa. Aonde tens que ir é só a ti".
Vamos começar a jornada?
*Individuação: na psicologia de Jung, a individuação é um processo psíquico de amadurecimento e transformação frequentemente descrito em conjunto com os conceitos de autorealização e totalização da pessoa. Simplificando enormemente o conceito, para trazê-lo aos termos do UCEM, poder-se-ia dizer que a individuação é a viagem que fazemos durante toda nossa vida, partindo do modo de conhecer do ego para chegar ao Ser, para entrar em contato com a santidade, nosso estado natural. Isto é, a jornada de que fala o poeta.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Pode-se ser a vítima da própria criação?
As ideias para os exercícios deste dia 26 de fevereiro, que vamos revisar na liçâo 57, trazem à tona, entre outras, a questão da autoria do mundo. São as ideias que vimos nas lições do período de 31 de janeiro a 4 de fevereiro e que estão expressas assim:
(31) Eu não sou a vítima do mundo que vejo.
(32) Eu invento o mundo que vejo.
(33) Existe outro modo de olhar para o mundo.
(34) Eu poderia ver paz em vez disso.
(35) Minha mente é a parte da Mente de Deus. Eu sou verdadeiramente santo.
A forma para a prática continua sendo a mesma utilizada para as ideias da lições de revisão dos últimos dias. Dedicamos um tempo pela manhã e um à tarde para ler todas as ideias para o dia. Durante o resto do dia precisamos nos lembrar delas ou exercitar apenas aquela que nos parecer a mais adequada para o período, por cerca de um minuto a cada vez.
Podemos, para ajudar na prática, pensar nas seguintes questões: Se sou eu quem inventa o mundo que vejo, como posso ser a vítima deste mesmo mundo? Isso é uma escolha que faço ou que alguém, que não sei como definir, faz por mim? Será que o mundo pode escolher alguém para ser sua vítima? Se me considero a vítima do mundo que vejo e sou eu quem o inventa, não será possível outro modo de olhar para ele? E, se eu olhar para ele de modo diferente, o que vou ver? O que é preciso mudar em meu modo de olhar para o mundo para ver paz em lugar do caos que vejo?
Se eu olhar para o mundo de modo diferente e vir paz em lugar da confusão que penso ter criado, quando reconheço o mundo que vejo como uma criação minha, posso compartilhar a paz do mundo com todos os meus semelhantes e começar a compreender que esta paz só pode vir do fundo de mim mesmo. Olhar para o mundo de outro modo, de modo amoroso, o reveste da luz do perdão que brilha de volta para mim e me permite ver o que escondem minhas ilusões acerca de mim mesmo. Olhar para o mundo de outro modo me permite começar a compreender a santidade de todas as coisas vivas. E me permite perceber que eu sou verdadeiramente santo, porque minha mente é parte da Mente de Deus.
Vale a pena tentar.
(31) Eu não sou a vítima do mundo que vejo.
(32) Eu invento o mundo que vejo.
(33) Existe outro modo de olhar para o mundo.
(34) Eu poderia ver paz em vez disso.
(35) Minha mente é a parte da Mente de Deus. Eu sou verdadeiramente santo.
A forma para a prática continua sendo a mesma utilizada para as ideias da lições de revisão dos últimos dias. Dedicamos um tempo pela manhã e um à tarde para ler todas as ideias para o dia. Durante o resto do dia precisamos nos lembrar delas ou exercitar apenas aquela que nos parecer a mais adequada para o período, por cerca de um minuto a cada vez.
Podemos, para ajudar na prática, pensar nas seguintes questões: Se sou eu quem inventa o mundo que vejo, como posso ser a vítima deste mesmo mundo? Isso é uma escolha que faço ou que alguém, que não sei como definir, faz por mim? Será que o mundo pode escolher alguém para ser sua vítima? Se me considero a vítima do mundo que vejo e sou eu quem o inventa, não será possível outro modo de olhar para ele? E, se eu olhar para ele de modo diferente, o que vou ver? O que é preciso mudar em meu modo de olhar para o mundo para ver paz em lugar do caos que vejo?
Se eu olhar para o mundo de modo diferente e vir paz em lugar da confusão que penso ter criado, quando reconheço o mundo que vejo como uma criação minha, posso compartilhar a paz do mundo com todos os meus semelhantes e começar a compreender que esta paz só pode vir do fundo de mim mesmo. Olhar para o mundo de outro modo, de modo amoroso, o reveste da luz do perdão que brilha de volta para mim e me permite ver o que escondem minhas ilusões acerca de mim mesmo. Olhar para o mundo de outro modo me permite começar a compreender a santidade de todas as coisas vivas. E me permite perceber que eu sou verdadeiramente santo, porque minha mente é parte da Mente de Deus.
Vale a pena tentar.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Se ataco ao mundo, ataco a mim mesmo?
As ideias para a revisão neste dia 25 de fevereiro, dia da lição de número 56, são as que seguem:
(26) Meus pensamentos de ataque atacam minha invulnerabilidade.
(27) Acima de tudo, eu quero ver.
(28) Acima de tudo, quero ver de modo diferente.
(29) Deus está em tudo o que vejo.
(30) Deus está em tudo o que vejo, porque Deus está em minha mente.
A prática com estas ideias deve obedecer às mesmas orientações dadas no início deste período de revisão.
Tivemos contato com estas ideias entre os dias 26 e 30 de janeiro e é normal que já as tenhamos esquecido a esta altura. Mas aquela parte de nossa mente que está em contato constante com Deus, e com a verdade, ainda lembra. Porém, a parte de nossa mente responsável pela criação do mundo do modo como o vemos precisa ser lembrada. Por isso o Curso oferece os períodos de revisão após uma série de exercícios e lições. É também por isso que o Curso repete algumas ideias, mudando ligeiramente sua forma, às vezes.
Lembremo-nos, pois, de pôr em prática as ideias de hoje para abandonar os ataques que nos impedem de conhecer nossa verdadeira identidade de Filhos de Deus. Busquemos reconhecer que tudo aquilo que vemos é apenas o reflexo daquilo que pensamos ser, e que isso deixa transparecer que nossa maior necessidade é a visão. A verdadeira visão, que vai fazer desaparecer a falsa imagem que criamos de, e para, nós mesmos. Se permitirmos que ela seja substituída pela verdade. Pois enquanto vemos o mundo da forma pela qual o vemos agora, a verdade não pode entrar em nossa consciência. E enquanto não abrirmos as portas de nosso mundo para a verdade não poderemos ver o mundo de modo diferente. Não poderemos ver que Deus está em tudo o que vemos. Não se abrirá para nós a compreensão de que, por trás de cada imagem que criamos, "a verdade permanece imutável", porque, apesar dos véus que tecemos para cobrir a face do amor, sua luz permanece clara e límpida. Não estaremos prontos a entender que, apesar de todos os nossos desejos loucos, nossa vontade verdadeira permanece unida à Vontade do Pai, que está em todos os lugares e em tudo para sempre.
E não poderia ser de outra forma. Pois, por trás de todos os nossos pensamentos insanos de separação e ataque, está o conhecimento de que tudo é um para sempre. E, se não existe nenhum lugar sequer em que Deus não esteja, Ele tem de estar em tudo o que vemos, da mesma forma que tem de estar na mente de cada um de nós. É a lembrança disto que precisamos exercitar em nossa prática diária.
(26) Meus pensamentos de ataque atacam minha invulnerabilidade.
(27) Acima de tudo, eu quero ver.
(28) Acima de tudo, quero ver de modo diferente.
(29) Deus está em tudo o que vejo.
(30) Deus está em tudo o que vejo, porque Deus está em minha mente.
A prática com estas ideias deve obedecer às mesmas orientações dadas no início deste período de revisão.
Tivemos contato com estas ideias entre os dias 26 e 30 de janeiro e é normal que já as tenhamos esquecido a esta altura. Mas aquela parte de nossa mente que está em contato constante com Deus, e com a verdade, ainda lembra. Porém, a parte de nossa mente responsável pela criação do mundo do modo como o vemos precisa ser lembrada. Por isso o Curso oferece os períodos de revisão após uma série de exercícios e lições. É também por isso que o Curso repete algumas ideias, mudando ligeiramente sua forma, às vezes.
Lembremo-nos, pois, de pôr em prática as ideias de hoje para abandonar os ataques que nos impedem de conhecer nossa verdadeira identidade de Filhos de Deus. Busquemos reconhecer que tudo aquilo que vemos é apenas o reflexo daquilo que pensamos ser, e que isso deixa transparecer que nossa maior necessidade é a visão. A verdadeira visão, que vai fazer desaparecer a falsa imagem que criamos de, e para, nós mesmos. Se permitirmos que ela seja substituída pela verdade. Pois enquanto vemos o mundo da forma pela qual o vemos agora, a verdade não pode entrar em nossa consciência. E enquanto não abrirmos as portas de nosso mundo para a verdade não poderemos ver o mundo de modo diferente. Não poderemos ver que Deus está em tudo o que vemos. Não se abrirá para nós a compreensão de que, por trás de cada imagem que criamos, "a verdade permanece imutável", porque, apesar dos véus que tecemos para cobrir a face do amor, sua luz permanece clara e límpida. Não estaremos prontos a entender que, apesar de todos os nossos desejos loucos, nossa vontade verdadeira permanece unida à Vontade do Pai, que está em todos os lugares e em tudo para sempre.
E não poderia ser de outra forma. Pois, por trás de todos os nossos pensamentos insanos de separação e ataque, está o conhecimento de que tudo é um para sempre. E, se não existe nenhum lugar sequer em que Deus não esteja, Ele tem de estar em tudo o que vemos, da mesma forma que tem de estar na mente de cada um de nós. É a lembrança disto que precisamos exercitar em nossa prática diária.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Qual será minha fantasia mais bela?
Terça-feira gorda! Carnaval! Não vivemos constantemente um carnaval de emoções desencontradas, de desfiles de fantasias que nem sempre nos parecem as mais belas? E os personagens? Vivemo-los minuto a minuto, segundo a segundo, dia a dia, a depender da situação em que nos encontremos. E eles nem sempre desempenham um papel que nos agrada, não é mesmo? O que podemos fazer para ver as coisas de modo diferente? O que podemos fazer para ver? Verdadeiramente!
Neste dia 24 de fevereiro, a lição 55 nos convida a revisar as ideias que praticamos entre 21 e 25 de janeiro. A lição 21, aliás, foi o ponto de partida deste blog. Foi um novo começo. Esperemos que tenha sido e que continue a ser, de fato, "O" Novo Começo, para todos e cada um de nós. As ideias para a revisão de hoje são:
(21) Estou decidido a ver as coisas de modo diferente.
(22) O que vejo é uma forma de vingança.
(23) Posso escapar deste mundo desistindo dos pensamentos de ataque.
(24) Eu não percebo meus maiores interesses.
(25) Eu não sei para que serve coisa alguma.
Algumas poucas perguntas que podemos nos fazer para refletir acerca de cada uma das ideias que o Curso nos apresenta à reflexão e à prática são:
Estou feliz com o mundo que vejo hoje?
Ele se assemelha, de alguma forma, com o mundo que imagino ter sido criado por um Deus de Amor?
É uma representação de pensamentos amorosos?
Meus pensamentos são amorosos? Se a resposta for não, estou apenas projetando ataques sobre o mundo, o que é uma forma de vingança, não é mesmo?
O que aconteceria se eu desistisse de meus pensamentos de ataque? De que forma o mundo se apresentaria a mim se todos os meus pensamentos fossem amorosos?
O que parece ser meu maior desejo? Sei exatamente quais são meus maiores interesses? Será possível que eu nem saiba quem sou exatamente? E, se não me conheço, como posso saber quais são meus maiores interesses?
O mundo serve apenas para provar que minhas ilusões a respeito de mim mesmo são verdadeiras? É com este fim que tento fazer uso de tudo e de todos? Será que esta é a razão pela qual o mundo me parece assustador?
Há muito a se pensar, não?
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Tudo depende de minha decisão.
A lição 54, desta segunda-feira de carnaval, dia 23 de fevereiro, nos apresenta para a revisão, da mesma forma que as anteriores, as ideias das lições do período entre 16 e 20 de janeiro, que são as seguintes:
(16) Eu não tenho nenhum pensamento neutro.
(17) Eu não vejo nenhuma coisa neutra.
(18) Não estou só ao experimentar os efeitos do que vejo.
(19) Não estou só ao experimentar os efeitos de meus pensamentos.
(20) Estou decidido a ver.
Se pensarmos bem, mesmo que apenas por um instante, há poder em todos os pensamentos que temos. São eles que criam e inventam tudo a nossa volta, seja a favor da alegria, seja a favor da tristeza e do sofrimento. Isto significa que não existem pensamentos neutros e, por consequência, não podemos ver coisas neutras. Significa também que meus pensamentos criam efeitos ao serem pensados.
Por outro lado, é muito importante pensar também que, se meu pensamento cria o mundo que vejo, ele o cria completo. Tudo o que existe nele, absolutamente tudo, é parte de minha criação. E, se sou afetado pelos meus pensamentos, o mundo todo sofre os efeitos deles [lembram d'O Efeito Borboleta?].
Agora, lembremo-nos de que, em teoria, a partir das ideias que revisamos na lição de ontem, já sabemos que o mundo não faz sentido porque é apenas uma imagem criada por meus pensamentos sem sentido, que me impedem de ver verdadeiramente. Se estou transtornado e tenho medo de viver neste mundo, então, na prática, o que preciso é me decidir a ver. A menos que queira me manter vivendo uma ilusão que criei no passado, mantendo ao mundo todo prisioneiro dela e deste passado.
Tudo depende apenas desta minha decisão [e, claro, da decisão de todos e de cada um de nós].
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Como ver sentido no mundo?
A lição de número 53, deste dia 22 de fevereiro, trata de revisar as ideias que apareceram originalmente nas lições que vão de 11 a 15. Estas ideias são as seguintes:
(11) Meus pensamentos sem sentido me mostram um mundo sem sentido.
(12) Eu estou transtornado porque vejo um mundo sem sentido.
(13) Um mundo sem sentido gera medo.
(14) Deus não criou um mundo sem sentido.
(15) Meus pensamentos são imagens que crio.
Se quisermos, de verdade, entender o que se passa no mundo, precisamos primeiro buscar a compreensão do que se passa em nossa mente. Em que momento, pensemos com vagar, se deu a separação entre nós e Deus? Houve, de fato, um momento em que isto aconteceu? Se acreditamos nisso, conforme nos ensina o mundo, não há nenhuma surpresa no fato de o mundo não fazer sentido, de nossos pensamentos não fazerem sentido. Não podemos nem mesmo ficar supresos por ver um mundo sem sentido, o que pode, aparentemente, nos transtornar. E é muito claro que um mundo sem sentido pode gerar medo. Aliás, tudo o que não faz sentido pode ser fonte de medo, não é mesmo?
E, se Deus não criou um mundo sem sentido, quem o criou? Será ele também uma das imagens criadas por meus pensamentos? Quem é este "eu" que cria este mundo sem sentido? O que se pode fazer para ver sentido no mundo?
Continuemos, pois, a refletir.
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