quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Compreender a misericórdia de Deus é a salvação


2. O que é a salvação?

1. A salvação é uma promessa, feita por Deus, de que por fim encontrarás teu caminho até Ele. Ela não pode senão ser cumprida. Ela garante que o tempo terá um fim e que todos os pensamentos que nasceram no tempo também findarão. A Palavra de Deus é dada a cada mente que pensa ter pensamentos separados e substituirá esses pensamentos de conflito pelo Pensamento de paz.

2. O Pensamento de paz foi dado ao Filho de Deus no instante em que sua mente pensou em guerra. Antes não havia necessidade de tal Pensamento porque a paz era dada sem opositores e simplesmente existia. Mas, quando a mente se divide, surge uma necessidade de cura. Por esta razão o Pensamento que tem o poder de curar a divisão se tornou uma parte de cada fragmento da mente que ainda era uma só, mas que deixou de reconhecer sua unidade. Naquele momento ela não se conhecia e pensava que sua própria Identidade estava perdida.

3. Salvação é desfazer no sentido de que, deixando de apoiar o mundo, ela não faz nada. Deste modo, ela abandona as ilusões. Por não apoiá-las, ela deixa simplesmente que elas se reduzam a pó suavemente. E, agora, revela-se o que elas escondiam; um altar ao santo Nome de Deus, sobre o qual está escrita a Palavra d'Ele, com as dádivas do teu perdão depositadas diante dele e a lembrança de Deus logo atrás.

4. Vamos entrar neste lugar diariamente para passar algum tempo juntos. Aqui compartilhamos nosso último sonho. É um sonho no qual não há tristeza, pois ele contém um indício de toda a glória que Deus nos dá. A relva irrompe do solo agora, as árvores começam a brotar e os pássaros vêm viver em seus galhos. A terra renasce com nova perspectiva. A noite acaba e chegamos juntos à luz.

5. Daqui oferecemos a salvação ao mundo, pois é aqui que a salvação foi recebida. A canção de nosso júbilo é o aviso para todo o mundo de que a liberdade voltou, de que o tempo está quase no fim e de que o Filho de Deus só tem de esperar mais um instante até que seu Pai seja lembrado, os sonhos acabem e a eternidade brilhe afastando o mundo para que absolutamente só o Céu exista.


*

LIÇÃO 235

Deus, em Sua misericórdia, quer que eu seja salvo.

1. Eu só preciso olhar para todas as coisas que parecem me ferir e assegurar a mim mesmo com perfeita certeza: "Deus quer que eu seja salvo disto", para vê-las desaparecerem simplesmente. Eu só preciso ter em mente que a Vontade de meu Pai para mim é só a felicidade para descobrir que só a felicidade veio a mim. E eu só preciso lembrar que o Amor de Deus envolve Seu Filho e conserva sua inocência perfeita para sempre, para ter certeza de que estou salvo e seguro para sempre nos Braços d'Ele. Eu sou o Filho que Ele ama. E estou salvo porque Deus, em Sua misericórdia, quer assim.

2. Pai, Tua Santidade é minha. Teu Amor me criou e tornou minha inocência parte de Ti para sempre. Não tenho nenhuma culpa nem pecado em mim, porque não há nenhum em Ti.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 235

Hoje vamos praticar uma vez mais uma ideia que pode nos libertar de uma vez por todas de quaisquer problemas e dificuldades que estejamos encontrando, já no momento mesmo em que o problema, ou a dificuldade, se apresenta. A ideia que praticamos hoje, se transformada em crença, vai resolver o único problema que precisamos seja resolvido: vai substituir a crença na separação que, conforme o Curso ensina, é a única questão que nos faz ver todos os conflitos que aparentemente percebemos a partir dos sentidos. 

Ora, se acreditarmos de fato que Deus quer que sejamos salvos, vamos entender que já estamos salvos, pois a Vontade de Deus e a nossa são a mesma e única vontade que existe para cada um de nós. E, claro, para todos nós também. Uma vez que encontrar Deus significa encontrar a paz que dura para sempre, vou me valer novamente de parte de um texto de Wayne Dyer, de um livro que li há já algum tempo, para nos ajudar a refletir acerca das formas pelas quais podemos transformar o mundo que vivemos em um lugar pacífico. Isto é, um mundo em que já estamos salvos, pela misericórdia de Deus. 

Dyer, em seu livro, valendo-se da Oração de São Francisco para nos ensinar a sermos pacíficos, diz o seguinte:

Exercita o hábito de ter pensamentos de paz. Lembra-te de que tu te tornas aquilo em que pensas o dia inteiro. Com que frequência entopes tua mente com pensamentos que não são de paz? Quantas vezes por dia declaras em voz alta que o mundo é um lugar terrível? Que nós nos tornamos extremamente violentos? Que não nos importamos uns com os outros? Que somos extremamente racistas? Que o governo não dá a mínima para nós?

Todos esses pensamentos, bem como a expressão deles, indicam que estás preso em uma mente da qual a paz está ausente e, portanto, que estás em um mundo não-pacífico. Todas as vezes que deploras os horrores do mundo, assistes às reportagens da mídia a respeito de tudo o que é nocivo, ou lês os jornais e revistas que exploram os fatos desagradáveis da vida das outras pessoas, estás dando seguimento ao condicionamento que te impede de te tornares um instrumento da paz de Deus.

Lembra-te, de que não podes dar o que não tens e de que, se não estás em paz contigo mesmo, não podes oferecer a paz. E, se não outorgares a paz, nunca te tornarás um instrumento de paz. Decide-te a perdoar a ti mesmo por todos teus fracassos e fraquezas e a abandonar tua culpa autodestrutiva por erros que pensas ter cometido no passado. Conscientiza-te de que houve valor em tua jornada pela noite escura da alma. Faze as pazes contigo mesmo.

Com isso vais compreender a misericórdia de Deus e, com certeza, te sentirás salvo. 

Às práticas?

terça-feira, 22 de agosto de 2017

A sintonia com o espírito nos dá o sentido de tudo


2. O que é a salvação?

1. A salvação é uma promessa, feita por Deus, de que por fim encontrarás teu caminho até Ele. Ela não pode senão ser cumprida. Ela garante que o tempo terá um fim e que todos os pensamentos que nasceram no tempo também findarão. A Palavra de Deus é dada a cada mente que pensa ter pensamentos separados e substituirá esses pensamentos de conflito pelo Pensamento de paz.

2. O Pensamento de paz foi dado ao Filho de Deus no instante em que sua mente pensou em guerra. Antes não havia necessidade de tal Pensamento porque a paz era dada sem opositores e simplesmente existia. Mas, quando a mente se divide, surge uma necessidade de cura. Por esta razão o Pensamento que tem o poder de curar a divisão se tornou uma parte de cada fragmento da mente que ainda era uma só, mas que deixou de reconhecer sua unidade. Naquele momento ela não se conhecia e pensava que sua própria Identidade estava perdida.

3. Salvação é desfazer no sentido de que, deixando de apoiar o mundo, ela não faz nada. Deste modo, ela abandona as ilusões. Por não apoiá-las, ela deixa simplesmente que elas se reduzam a pó suavemente. E, agora, revela-se o que elas escondiam; um altar ao santo Nome de Deus, sobre o qual está escrita a Palavra d'Ele, com as dádivas do teu perdão depositadas diante dele e a lembrança de Deus logo atrás.

4. Vamos entrar neste lugar diariamente para passar algum tempo juntos. Aqui compartilhamos nosso último sonho. É um sonho no qual não há tristeza, pois ele contém um indício de toda a glória que Deus nos dá. A relva irrompe do solo agora, as árvores começam a brotar e os pássaros vêm viver em seus galhos. A terra renasce com nova perspectiva. A noite acaba e chegamos juntos à luz.

5. Daqui oferecemos a salvação ao mundo, pois é aqui que a salvação foi recebida. A canção de nosso júbilo é o aviso para todo o mundo de que a liberdade voltou, de que o tempo está quase no fim e de que o Filho de Deus só tem de esperar mais um instante até que seu Pai seja lembrado, os sonhos acabem e a eternidade brilhe afastando o mundo para que absolutamente só o Céu exista.


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LIÇÃO 234

Pai, hoje sou de novo o Teu Filho.

1. Hoje experimentaremos de antemão o momento em que os sonhos de pecado e de culpa desaparecem e no qual alcançamos a santa paz que nunca deixamos. Passou-se apenas um instante muito pequeno entre a eternidade e a intemporalidade. O intervalo foi tão breve que não houve lapso na continuidade nem interrupção nos pensamentos que estão unificados como um só para sempre. Nada jamais acontece para perturbar a paz de Deus Pai e Filho. Hoje aceitamos isto como inteiramente verdadeiro.

2. Pai, nós Te agradecemos porque não podemos perder a lembrança de Ti e do Teu Amor. Reconhecemos nossa segurança e damos graças por todas as dádivas que Tu nos dás, por toda a ajuda amorosa que recebemos, por Tua paciência e pela Palavra que Tu nos dás, que garante que estamos salvos.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 234

Repetindo, creio que pela enésima vez: gosto muito, mas muito mesmo, de uma parte do capítulo 17 do texto. Há nele, um subtítulo, em particular - o sexto -, sob o nome de Estabelecer a meta, onde lemos que tudo o que precisamos fazer é tomar uma decisão inequívoca de alinhar nossos objetivos aos do Espírito Santo. Isto é, aos objetivos do divino em nós mesmos.

É interessante notar, como o texto diz, que a meta do Espírito Santo é a verdade, e que tomar a decisão pela verdade, em sintonia com o divino em nós, é o que pode dar - e dá - sentido a tudo o que fazemos, a tudo o que fizemos e a tudo o que viremos a fazer a partir da tomada de decisão. Tudo e todas as coisas, pessoas e situações, por mais estranho que possa parecer, vão se colocar de forma natural a serviço da meta que estabelecemos, quer conscientes disso, quer não. 

Quando nos pomos em sintonia com o espírito de luz em nós, o Curso ensina, todas as coisas passam a servir para nos levar na direção da meta da verdade. Uma frase, um som, uma música, um livro, uma fala de alguém, um encontro aparentemente por acaso, uma pessoa que nos é apresentada, tudo serve para nos levar de volta a nós mesmos, ao que somos na unidade com o divino.

Vejam mais uma vez, por exemplo, a música de Jason Mraz no link do vídeo abaixo, que recebi da Nina [obrigado de novo!]. Prestem atenção à letra, por favor:

http://youtu.be/MZJN4e0nzls

Às práticas?

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Abandonar o controle é, sim, uma decisão a se tomar


2. O que é a salvação?

1. A salvação é uma promessa, feita por Deus, de que por fim encontrarás teu caminho até Ele. Ela não pode senão ser cumprida. Ela garante que o tempo terá um fim e que todos os pensamentos que nasceram no tempo também findarão. A Palavra de Deus é dada a cada mente que pensa ter pensamentos separados e substituirá esses pensamentos de conflito pelo Pensamento de paz.

2. O Pensamento de paz foi dado ao Filho de Deus no instante em que sua mente pensou em guerra. Antes não havia necessidade de tal Pensamento porque a paz era dada sem opositores e simplesmente existia. Mas, quando a mente se divide, surge uma necessidade de cura. Por esta razão o Pensamento que tem o poder de curar a divisão se tornou uma parte de cada fragmento da mente que ainda era uma só, mas que deixou de reconhecer sua unidade. Naquele momento ela não se conhecia e pensava que sua própria Identidade estava perdida.

3. Salvação é desfazer no sentido de que, deixando de apoiar o mundo, ela não faz nada. Deste modo, ela abandona as ilusões. Por não apoiá-las, ela deixa simplesmente que elas se reduzam a pó suavemente. E, agora, revela-se o que elas escondiam; um altar ao santo Nome de Deus, sobre o qual está escrita a Palavra d'Ele, com as dádivas do teu perdão depositadas diante dele e a lembrança de Deus logo atrás.

4. Vamos entrar neste lugar diariamente para passar algum tempo juntos. Aqui compartilhamos nosso último sonho. É um sonho no qual não há tristeza, pois ele contém um indício de toda a glória que Deus nos dá. A relva irrompe do solo agora, as árvores começam a brotar e os pássaros vêm viver em seus galhos. A terra renasce com nova perspectiva. A noite acaba e chegamos juntos à luz.

5. Daqui oferecemos a salvação ao mundo, pois é aqui que a salvação foi recebida. A canção de nosso júbilo é o aviso para todo o mundo de que a liberdade voltou, de que o tempo está quase no fim e de que o Filho de Deus só tem de esperar mais um instante até que seu Pai seja lembrado, os sonhos acabem e a eternidade brilhe afastando o mundo para que absolutamente só o Céu exista.

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LIÇÃO 233

Dou minha vida a Deus para que Ele a guie hoje.

1. Pai, hoje Te dou todos os meus pensamentos. Não quero ter nenhum. Dá-me Teus Próprios Pensamentos em lugar deles. Também Te dou todas as minhas ações para eu poder fazer Tua Vontade em vez de buscar objetivos que não podem ser alcançados e perder tempo com fantasias inúteis. Venho a Ti hoje. Recuarei e simplesmente Te seguirei. Sê, Tu, o Guia e eu o seguidor que não questiona a sabedoria infinita, nem o Amor cuja ternura não posso compreender, mas que é, não obstante, Tua dádiva perfeita para mim.

2. Hoje temos um único Guia para nos conduzir adiante. E, enquanto caminhamos juntos, daremos este dia a Ele sem nenhuma reserva sequer. Este é o dia d'Ele. E, por esta razão, é um dia de inúmeras dádivas e graças para nós.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 233

Este comentário repete de forma praticamente literal o comentário para esta lição postado nos últimos anos. 

Uma das maiores dificuldades - e eu já disse isto antes - que enfrentamos à aproximação do ensinamento do Curso diz respeito àquilo a que chamamos de entrega. Isto é, à necessidade de aprendermos a abandonar qualquer tentativa de controle em favor do espírito em nós. Ou ainda, melhor dizendo talvez, à decisão que precisamos tomar de abandonar o controle. Até porque é ilusão pensar que podemos, de fato, exercer qualquer controle sobre qualquer manifestação de vida no mundo, ou sobre qualquer coisa que existe. 

Nossa dificuldade em tomar esta decisão - a de abandonar de vez qualquer tipo de tentativa de exercer o controle sobre alguma coisa se deve a um equívoco, a algo que pensamos existir, mas que, na verdade, não existe. E qual é este equívoco? A falsa imagem de nós mesmos que construímos ao longo de nossa experiência no mundo: o falso eu, a quem o Curso chama de ego. O ego - que não existe -  é absolutamente resistente à ideia de abrir mão do controle, e quer nos convencer de que tem, de fato, algum controle sobre alguma coisa neste mundo de ilusão. 

Ora, ninguém, de verdade, tem nenhum controle sobre a ilusão, que se multiplica em miríades de formas sem que aparentemente possamos fazer nada para contê-la. Daí o insucesso se repetir para todos aqueles que tentam, de um modo ou de outro, controlar suas vidas e circunstâncias, e, muitas vezes, a vida dos que lhe são próximos. 

O próprio Curso, em texto sob o título de A atração do amor pelo amor, no décimo-segundo capítulo, fala disso da seguinte forma: 

Tu, que não podes nem ao menos controlar a ti mesmo, dificilmente deverias aspirar a controlar o universo. Mas olha para o que fazes dele e alegra-te por ele não ser verdadeiro.

Tudo o que o Curso nos ensina e pede é que nos deixemos guiar pelo divino em nós mesmos, pelo Espírito Santo, que é aquela parte de nós que está em contato permanente com Deus, e que sabe quem ou o que de fato somos. Isto é, Aquele que conhece nossa Identidade verdadeira, que não tem absolutamente nada a ver com aquilo que o falso eu nos diz.

E é apenas isto que vamos exercitar com a ideia para as práticas de hoje, porque, na verdade, conforme o Curso ensina, não precisamos fazer nada, desde que saibamos, e queiramos de fato, deixar a cargo de Deus - do divino em nós mesmos, que é nossa Identidade verdadeira -, tudo o que vamos viver a cada dia, a cada instante.

Às práticas? 

domingo, 20 de agosto de 2017

O que pode nos dar ciência da Presença? A atenção!


2. O que é a salvação?

1. A salvação é uma promessa, feita por Deus, de que por fim encontrarás teu caminho até Ele. Ela não pode senão ser cumprida. Ela garante que o tempo terá um fim e que todos os pensamentos que nasceram no tempo também findarão. A Palavra de Deus é dada a cada mente que pensa ter pensamentos separados e substituirá esses pensamentos de conflito pelo Pensamento de paz.

2. O Pensamento de paz foi dado ao Filho de Deus no instante em que sua mente pensou em guerra. Antes não havia necessidade de tal Pensamento porque a paz era dada sem opositores e simplesmente existia. Mas, quando a mente se divide, surge uma necessidade de cura. Por esta razão o Pensamento que tem o poder de curar a divisão se tornou uma parte de cada fragmento da mente que ainda era uma só, mas que deixou de reconhecer sua unidade. Naquele momento ela não se conhecia e pensava que sua própria Identidade estava perdida.

3. Salvação é desfazer no sentido de que, deixando de apoiar o mundo, ela não faz nada. Deste modo, ela abandona as ilusões. Por não apoiá-las, ela deixa simplesmente que elas se reduzam a pó suavemente. E, agora, revela-se o que elas escondiam; um altar ao santo Nome de Deus, sobre o qual está escrita a Palavra d'Ele, com as dádivas do teu perdão depositadas diante dele e a lembrança de Deus logo atrás.

4. Vamos entrar neste lugar diariamente para passarmos algum tempo juntos. Aqui compartilhamos nosso último sonho. É um sonho no qual não há tristeza, pois ele contém um indício de toda a glória que Deus nos dá. A relva irrompe do solo agora, as árvores começam a brotar e os pássaros vêm viver em seus galhos. A terra renasce com nova perspectiva. A noite acaba e chegamos juntos à luz.

5. Daqui oferecemos a salvação ao mundo, pois é aqui que a salvação foi recebida. A canção de nosso júbilo é o aviso para todo o mundo de que a liberdade voltou, de que o tempo está quase no fim e de que o Filho de Deus só tem de esperar mais um instante até que seu Pai seja lembrado, os sonhos acabem e a eternidade brilhe afastando o mundo para que absolutamente só o Céu exista.


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LIÇÃO 232

Fica em minha mente, meu Pai, ao longo do dia.

1. Fica em minha mente, meu Pai, quando eu acordar e brilha sobre mim durante todo o dia hoje. Deixa que cada minuto seja um tempo em que habito Contigo. E não me deixes esquecer a cada hora de dar graças porque Tu permaneces comigo e vais estar sempre à disposição para ouvir meu chamado a Ti e a me atender. Quando a noite surgir, deixa que todos os meus pensamentos ainda sejam Teus e de Teu Amor. E deixa que eu durma na certeza de minha segurança, certo de Teu cuidado e na feliz consciência de que sou Teu Filho.

2. É assim que todos os dias deveriam ser. Pratica, hoje, o fim do medo. Tem fé n'Aquele Que é teu Pai. Confia todas as coisas a Ele. Deixa que Ele revele todas as coisas para ti e fica contente porque tu és o Filho d'Ele.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 232

Como fiz para o primeiro tema, neste ano vou repetir a cada nova lição, o tema que dá unidade às práticas dos dez dias dedicados a ele. Assim, a cada nova lição desta nova série de dez teremos, no início, o texto que se refere ao tema: O que é a salvação? 

Também como já lhes disse antes, e não apenas uma vez, a partir das orientações de Joel Goldsmith em vários de seus livros, começo este comentário com a observação de que saber que Deus é onipresente, onisciente e onipotente apenas de forma intelectual, mental, não resolve nada, não acrescenta, nem ajuda nada em nossa experiência. 

É preciso trazê-Lo à consciência pela prática de buscar a Presença do divino em nós, em nosso dia-a-dia, em todos os momentos. Todos os dias.

Isto é, do mesmo modo que já lhes disse antes também, a partir do que ensina Wayne Dyer, não devemos, nem podemos pensar em Deus como um ser, como uma pessoa. 

Não, não e não!

Precisamos tê-lo em mente como uma Presença, uma Presença que está em nós. Uma Presença constante e permanentemente conosco, uma Presença que nos abrange e completa, à qual nós também completamos, pois é também o que somos, na realidade, na unidade. 

Isso também em pleno acordo com o que o Curso ensina, em dois momentos. O primeiro na lição: Deus vai comigo aonde eu for. E o segundo no texto, quando ele nos aconselha a pensar a respeito de nossa própria grandeza com a ideia: O próprio Deus é incompleto sem mim.  

É em razão disto, entre outras coisas tantas, que a lição de hoje, assim como todas e cada uma delas, e suas práticas buscam nos levar em direção à atenção. A atenção que devemos dar a tudo o que se apresenta a nossa experiência, como forma de perceber o divino a partir de nosso próprio interior.

Para tanto, é preciso que fiquemos "ligados" a todas as impressões, a todas as sensações que se apresentem a nossos sentidos. É preciso também ficarmos "ligados" às impressões e sensações decorrentes do sexto sentido, que todos temos: a intuição. Um sentido a que poderíamos chamar de "razão" [da forma que o Curso define razão], pois diretamente relacionado à parte em nós que está em contato permanente com a Presença, com o espírito em nós.

É preciso ainda que tomemos a decisão de consentir que o divino se apresente e fique conosco o dia todo. Mesmo que nos distraiamos. Basta pedirmos. Nosso pedido será atendido, desde que estejamos, de fato, dispostos a entregar nosso dia ao espírito, para podermos caminhar na luz, abandonando, nem que seja apenas neste dia, ou em alguns momentos dele - os que lembrarmos -, todas as formas de escuridão.

Na verdade, a ideia que praticamos mais uma vez hoje é apenas para que nos lembremos de permitir que Deus fique em nossa mente de um modo que faça com que nos sintamos cientes da Presença d'Ele, uma vez que Ele nunca está distante nem separado de nós. Somente nossa percepção e nossa distração podem tentar - e, muitas vezes, conseguir - nos convencer do contrário. Se quisermos experimentar, de fato, os efeitos da Presença, é preciso que busquemos nos manter conscientes dela, com toda a disposição e com toda a atenção de que somos capazes. 

Às práticas?

sábado, 19 de agosto de 2017

Podemos chegar à memória de Deus pelas práticas


2. O que é a salvação?

1. A salvação é uma promessa, feita por Deus, de que por fim encontrarás teu caminho até Ele. Ela não pode senão ser cumprida. Ela garante que o tempo terá um fim e que todos os pensamentos que nasceram no tempo também findarão. A Palavra de Deus é dada a cada mente que pensa ter pensamentos separados e substituirá esses pensamentos de conflito pelo Pensamento de paz.

2. O Pensamento de paz foi dado ao Filho de Deus no instante em que sua mente pensou em guerra. Antes não havia necessidade de tal Pensamento porque a paz era dada sem opositores e simplesmente existia. Mas, quando a mente se divide, surge uma necessidade de cura. Por esta razão o Pensamento que tem o poder de curar a divisão se tornou uma parte de cada fragmento da mente que ainda era uma só, mas que deixou de reconhecer sua unidade. Naquele momento ela não se conhecia e pensava que sua própria Identidade estava perdida.

3. Salvação é desfazer no sentido de que, deixando de apoiar o mundo, ela não faz nada. Deste modo, ela abandona as ilusões. Por não apoiá-las, ela deixa simplesmente que elas se reduzam a pó suavemente. E, agora, revela-se o que elas escondiam; um altar ao santo Nome de Deus, sobre o qual está escrita a Palavra d'Ele, com as dádivas do teu perdão depositadas diante dele e a lembrança de Deus logo atrás.

4. Vamos entrar neste lugar diariamente para passar algum tempo juntos. Aqui compartilhamos nosso último sonho. É um sonho no qual não há tristeza, pois ele contém um indício de toda a glória que Deus nos dá. A relva irrompe do solo agora, as árvores começam a brotar e os pássaros vêm viver em seus galhos. A terra renasce com nova perspectiva. A noite acaba e chegamos juntos à luz.

5. Daqui oferecemos a salvação ao mundo, pois é aqui que a salvação foi recebida. A canção de nosso júbilo é o aviso para todo o mundo de que a liberdade voltou, de que o tempo está quase no fim e de que o Filho de Deus só tem de esperar mais um instante até que seu Pai seja lembrado, os sonhos acabem e a eternidade brilhe afastando o mundo para que absolutamente só o Céu exista.

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LIÇÃO 231

Pai, eu quero apenas me lembrar de Ti.

1. Pai, o que posso buscar a não ser Teu Amor? Talvez eu pense que busco alguma outra coisa; alguma coisa à qual dei muitos nomes. No entanto, Teu Amor é a única coisa que busco ou já busquei. Pois não há, verdadeiramente, nada mais que eu possa querer encontrar. O que mais eu poderia desejar a não ser a verdade acerca de mim mesmo?

2. Esta é tua vontade, meu irmão. E compartilhar esta verdade comigo e também com Aquele Que é nosso Pai. Lembrar d'Ele é o Céu. É isto que buscamos. E é só isto que nos será dado achar.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 231

Recebemos agora, uma vez mais, a segunda das instruções que vão orientar as práticas das ideias contidas nesta segunda parte do Livro de Exercícios, cujo objetivo é nos levar à percepção verdadeira. Isto é, à percepção do mundo que tem por filtro o olhar amoroso do Espírito Santo em nós. Assim, a segunda das instruções, como vemos, é: O que é a salvação? É esta instrução que vai orientar os próximos dez passos de nossa caminhada.

O primeiro deles é a prática com a ideia para hoje, que vem para revelar nosso anseio mais profundo. Um anseio que, em geral, não sabemos definir e que se manifesta sempre que não nos sentimos satisfeitos com qualquer coisa que o mundo nos ofereça, por mais interessante ou grandiosa que ela seja.

Aquela sensação de insatisfação, aquele sentimento que nos traz a impressão de que estamos deslocados no lugar em que estamos, por vezes, nada mais é do que a saudade de casa. É a saudade do divino, com quem pensamos ter perdido o contato e a sintonia, envolvidos pelas atividades e atribulações de um mundo que exige cada vez mais que nos escondamos de nós mesmos. Ou que escondamos uns dos outros aquilo que nos vai pela alma.

Para encontrar a memória de Deus, que é a lembrança do que somos de fato, a memória de nossa Identidade verdadeira é que praticamos hoje, e dia após dia.

Às práticas?

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A paz dá, a um só tempo, amor, alegria e felicidade


1. O que é o perdão?

1. O perdão reconhece que o que pensaste que teu irmão fez a ti não aconteceu. Ele não perdoa os pecados e os torna reais. Ele vê que não houve pecado. E, em vista disso, todos os teus pecados são perdoados. O que é o pecado exceto uma ideia falsa acerca do Filho de Deus? O perdão simplesmente vê sua falsidade e, em razão disso, a abandona. Agora, então, o que fica livre para ocupar seu lugar é a Vontade de Deus.

2. Um pensamento que não perdoa é um pensamento que faz um juízo ao qual não porá em dúvida, embora não seja verdadeiro. A mente está fechada e não será liberada. O pensamento oculta a projeção, apertando suas correntes a fim de que as distorções fiquem mais veladas e mais disfarçadas; menos facilmente sujeitas à dúvida e mantidas mais distante do bom senso. O que pode se interpor entre uma projeção rígida e o objetivo que ela escolhe como a meta que quer?

3. Um pensamento que não perdoa faz muitas coisas. Busca seu objetivo numa ação frenética, torcendo e destruindo aquilo que vê como intromissões ao caminho que escolheu. Seu objetivo, e também o meio pelo qual quer alcançá-lo, é a distorção. Ele inicia suas tentativas furiosas de esmagar a realidade sem preocupação com qualquer coisa que pareça apresentar uma contradição a seu ponto de vista.

4. O perdão, por outro lado, é tranquilo e, de modo sereno, não faz nada. Ele não transgride nenhum aspecto da realidade, nem busca alterá-la para formas que lhe agradem. Ele olha simplesmente e espera, e não julga. Aquele que não quer perdoar tem de julgar, pois precisa justificar seu fracasso em perdoar. Mas aquele que quer perdoar tem de aprender a receber a verdade exatamente como ela é.

5. Não faças nada, então, e permite que o perdão te mostre o que fazer, por intermédio d'Aquele Que é teu Guia, teu Salvador e Protetor, forte em esperança e certo de teu êxito final. Ele já te perdoou, porque esta é Sua função, que Lhe foi dada por Deus. Agora tu tens de compartilhar a função d'Ele e perdoar aquele que Ele salvou, cuja inocência Ele vê a a quem Ele reconhece como o Filho de Deus.

*

LIÇÃO 230

Agora quero buscar e achar a paz de Deus.

1. Fui criado na paz. E, na paz, continuo. Não cabe a mim modificar o meu Ser. Deus, meu Pai, é tão misericordioso que, quando me criou, Ele me deu a paz eterna. Agora eu peço apenas para ser o que sou. E isso me pode ser negado, se é verdadeiro para sempre?

2. Pai, busco a paz que Tu me deste em minha criação. O que foi dado então tem de estar aqui agora, pois minha criação se deu à parte do tempo e ainda continua além de toda mudança. A paz em que Teu Filho nasceu em Tua Mente brilha aí inalterada. Eu sou como Tu me criaste. Eu só preciso Te chamar para descobrir a paz que Tu deste. Foi Tua Vontade que a deu a Teu Filho.

*

COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 230

Nossas práticas hoje se fazem mais uma vez com uma ideia que trata do óbvio, como eu já disse outras vezes. Mas daquele óbvio que só se torna óbvio a partir da tomada de decisão pelo Céu, neste caso, a paz de Deus. Isto é, no momento em que tomamos a decisão de buscar viver a paz de Deus, por querê-la acima de tudo, já a achamos, pois ela nunca está longe. Ao contrário, ela está muito, mas muito, muito mais perto do que pensamos. Pois basta apenas nossa decisão para que ela se apresente a nossa experiência. Ou como diz o Curso, "se queres a paz, ensina a paz para aprendê-la". 

A paz de Deus está diretamente relacionada à alegria, ao amor, à felicidade. E tudo isto, por sua vez, está inteiramente à disposição de todos e de cada um de nós, desde que tomemos a decisão. É por isto que, talvez, valha a pena voltarmos mais uma vez ao comentário feito a esta lição em anos passados. Para, quem sabe, acharmos mais uma oportunidade para aprender que, de fato, não sabemos nada e que tudo o que precisamos aprender é apenas o óbvio.

Vejamos, pois, algo que deveria ser óbvio para todos nós e que, no entanto, ainda não o é para muitos. Está registrado em livro de Vilma Guimarães Rosa, como uma das preciosidades que seu pai, João Guimarães Rosa, lhe passou, entre muitas outras, por ser "místico, espiritualista" e por cultivar a fé como elemento de ajuda, em sua busca de resposta aos muitos porquês que se apresentam na vida. Foi registrado como "Caminho para a Felicidade" e diz o seguinte:

"Conserve o seu coração livre do ódio 
e a sua mente livre da ansiedade. 
Viva simplesmente, espere pouco e dê muito. 
Encha a sua vida com amor. 
Espalhe a luz. 
Esqueça-se [de si, no sentido que o ego dá 
ao que cada um de nós é: corpos, personalidades] 
e pense nos outros. 
Faça o que gostaria lhe fizessem. 
Não fale mal de ninguém. 
Critique [apenas] os seus próprios atos, 
fazendo cuidadoso exame de suas ações diárias.

"Experimente isso por uma semana e se surpreenderá.

"Faça cada manhã antes de iniciar suas tarefas diárias."

Eis aí o que buscamos [e precisamos] aprender a fazer [se ainda não é o que fazemos com as práticas diárias] para buscar e achar a paz de Deus. 

Às práticas?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Somos semelhantes a Deus pelo DNA de seres de luz


1. O que é o perdão?

1. O perdão reconhece que o que pensaste que teu irmão fez a ti não aconteceu. Ele não perdoa os pecados e os torna reais. Ele vê que não houve pecado. E, em vista disso, todos os teus pecados são perdoados. O que é o pecado exceto uma ideia falsa acerca do Filho de Deus? O perdão simplesmente vê sua falsidade e, em razão disso, a abandona. Agora, então, o que fica livre para ocupar seu lugar é a Vontade de Deus.

2. Um pensamento que não perdoa é um pensamento que faz um juízo ao qual não porá em dúvida, embora não seja verdadeiro. A mente está fechada e não será liberada. O pensamento oculta a projeção, apertando suas correntes a fim de que as distorções fiquem mais veladas e mais disfarçadas; menos facilmente sujeitas à dúvida e mantidas mais distante do bom senso. O que pode se interpor entre uma projeção rígida e o objetivo que ela escolhe como a meta que quer?

3. Um pensamento que não perdoa faz muitas coisas. Busca seu objetivo numa ação frenética, torcendo e destruindo aquilo que vê como intromissões ao caminho que escolheu. Seu objetivo, e também o meio pelo qual quer alcançá-lo, é a distorção. Ele inicia suas tentativas furiosas de esmagar a realidade sem preocupação com qualquer coisa que pareça apresentar uma contradição a seu ponto de vista.

4. O perdão, por outro lado, é tranquilo e, de modo sereno, não faz nada. Ele não transgride nenhum aspecto da realidade, nem busca alterá-la para formas que lhe agradem. Ele olha simplesmente e espera, e não julga. Aquele que não quer perdoar tem de julgar, pois precisa justificar seu fracasso em perdoar. Mas aquele que quer perdoar tem de aprender a receber a verdade exatamente como ela é.

5. Não faças nada, então, e permite que o perdão te mostre o que fazer, por intermédio d'Aquele Que é teu Guia, teu Salvador e Protetor, forte em esperança e certo de teu êxito final. Ele já te perdoou, porque esta é Sua função, que Lhe foi dada por Deus. Agora tu tens de compartilhar a função d'Ele e perdoar aquele que Ele salvou, cuja inocência Ele vê a a quem Ele reconhece como o Filho de Deus.

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LIÇÃO 229

O Amor, que me criou, é o que sou.

1. Busco minha própria Identidade e A encontro nestas palavras: "O Amor, que me criou, é o que sou". Agora não preciso buscar mais. O Amor venceu. Ele esperou tão calmamente minha volta para casa que não vou mais me desviar da face santa de Cristo. E aquilo que vejo me afirma a verdade da Identidade que busquei perder, mas que meu Pai mantém a salvo para mim.

2. Pai, meus agradecimentos a Ti pelo que sou; por manteres minha Identidade intocada e inocente em meio a todos os pensamentos de pecado que minha mente tola inventou. E obrigado a Ti por me salvar deles. Amém.

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COMENTÁRIO:

Explorando a LIÇÃO 229

Vamos praticar mais uma vez uma ideia que pode, se assim o quisermos, devolver a todos e a cada um de nós a Identidade verdadeira. Enfim, uma ideia que nos oferece a todos mais uma oportunidade para o aprendizado - melhor seria dizer, talvez, para a lembrança -, daquilo que, na verdade, somos. Aquilo que sempre fomos e que nunca deixaremos de ser. 

Lembrando em parte um comentário de anos anteriores: "Tal pai, tal filho", não é assim que dizemos neste mundo, para ressaltar a semelhança entre uma pessoa e seu pai? Vocês acham que poderia ser diferente em se tratando de Deus e de Seu Filho? É só na ilusão que somos levados por um falso eu - o ego - a pensar que, de alguma forma, em algum momento, podemos nos separar do Pai, ou pensar em Deus, Pai-Mãe, como alguém muito diferente daquilo que somos.

E, para concluir, também como em anos anteriores, se o DNA de Luz de Deus - caso se possa dizer que Ele tem algum, ou que a Luz é um DNA, uma marca do divino - é só amor, por que o nosso seria diferente? É para aprender isso que praticamos hoje. Para nos tranquilizarmos com a certeza de que é verdade que nossa criação se deu "à imagem e semelhança" de Deus e que continuamos a ser tal como fomos criados. Se, na forma, o que nos define, ou o que nos dá a identidade que pensamos ter é o DNA, sem forma, como espíritos, é forçoso que acreditemos num DNA de Luz como o que somos para além do corpo. E como diz um amigo meu, que já se encantou, a Luz cuida de tudo.

Lembrando-nos ainda, mais uma vez, de que "à imagem e semelhança" de Deus não tem absolutamente nada a ver com aquilo que pensamos de nós mesmos enquanto corpos, forma, sentidos, mente ou percepção. O que nos assemelha a Deus é o fato de nossa verdadeira Identidade ser "espírito", como praticamos em uma das lições da primeira parte do livro. 

Às práticas?