quarta-feira, 6 de maio de 2009

Pondo em xeque o mundo do ego

A ideia que nos traz a lição 126, neste dia 6 de maio, é suficiente para pôr de cabeça para baixo todo este mundo de ilusões criado pelo ego. Basta que acreditemos nela, ou que a usemos para colocar em xeque as orientações e instruções que nos dá o ego a respeito do que é necessário alguém fazer para "se dar bem" neste mundo. A ideia é a seguinte: Tudo o que dou é dado a mim mesmo.

Não preciso, acho, nem recorrer ao texto para dizer que este conceito, se não puder demolir para sempre todas as ilusões do ego, vai nos fazer pôr em dúvida tudo o que seu mundo nos ensina. Já que ele é absolutamente estranho para o sistema de pensamento do ego e para o mundo que construímos a partir de tal sistema. Não lhes parece?

De acordo com o que nos ensina o mundo, com base no sistema de pensamento do ego, sempre que damos alguma coisa, ficamos sem ela. O que nos parece perfeitamente lógico, não? Porém, é preciso que nos lembremos de que a lógica do ego está diretamente ligada à ilusão. Por isso, nem tudo o que é lógico para o ego é saudável para nosso modo de perceber o mundo. Isto é, nem sempre [aliás, quase nunca, se é que alguma vez é possível] podemos utilizar a lógica do sistema de pensamento do ego para entrar em contato com a verdade do que somos.

Mas, aprofundando um pouco a reflexão a respeito da ideia que a lição de hoje nos oferece, podemos pensar simplesmente na libertação que acreditar nela pode nos trazer. Uma vez que ela nos apresenta a resposta para nos livrarmos de todo e qualquer apego às coisas mundanas. E o melhor, dentro da lógica de um sistema de pensamento que só quer nos colocar em contato com a alegria e com a felicidade perfeitas, que são a expressão da Vontade de Deus para nós.

Acreditando nesta ideia podemos ficar absolutamente tranquilos com relação a tudo o que existe no mundo, o que existe de fato e o que é fruto de nossa projeção. O que existe, de fato, já é nosso, pois herdamos tudo de Deus. Os frutos de nossa projeção nos pertencem para fazer deles o que quisermos, sabendo que ao darmos qualquer coisa, nos a estamos dando apenas a nós mesmos. Independentemente de ela parecer estar, agora, longe ou separada de nós. É como se tudo o que damos não passasse apenas de ideias que, mesmo ofertadas, não deixam de estar sempre conosco. Pois como diz o ensinamento as ideias não podem deixar sua fonte. Se pensarmos em nós mesmos como ideias de Deus, a Fonte, experimentando o mundo das formas e sentidos, podemos ter certeza de que não podemos deixar nossa Fonte, da mesma maneira que Deus nunca nos abandona.

A ideia de hoje, Tudo o que dou é dado a mim mesmo, nos possibilita compreender o meio pelo qual a salvação vem até nós. O perdão completo, a clareza de objetivos e a direção certa não seriam nenhum problema se acreditássemos nesta declaração. Nem hesitaríamos um segundo sequer em usá-la já.

A orientação para a prática é a de que reservemos dois períodos de quinze minutos cada "à tentativa de compreender esta ideia", para perceber "a verdade segundo a qual doador e receptor são o mesmo". Compreendê-la vai fazer que o perdão tome lugar entre nossas prioridades, libertará nossa mente de todas as barreiras que colocamos ao significado do perdão e nos fará reconhecer seu valor para nós.

Para o exercício, buscamos o silêncio interior e pedimos a ajuda do Espírito Santo, colocando-nos à disposição para aprender, alegres por ouvir a Voz da verdade falar conosco. Sempre que pudermos vamos dizer a nós mesmos o seguinte:

Tudo o que dou é dado a mim mesmo. A Ajuda de que preciso para aprender que isso é verdadeiro está comigo agora. E confiarei n'Ele.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Silêncio! Deus quer te falar.

Neste dia 5 de maio, vamos dedicar três períodos de dez minutos completos para a prática da ideia da lição 125. A sugestão do livro é que selecionemos, em nosso dia, três momentos nos quais possamos ficar sozinhos, calmos e em um lugar sossegado, se possível, para uma reflexão acerca da ideia, que diz: Em paz, recebo hoje o Verbo de Deus.

Como diz a letra da música do Lulu Santos, "vamos nos permitir". "Vamos viver tudo o que há pra viver". O que só podemos fazer no presente, uma vez que não existe outro tempo para viver. Assim, o livro nos aconselha a deixar "que este seja um dia de serenidade e de escuta tranquila", no qual o Pai quer que ouçamos Seu Verbo. Para tanto, Ele nos chama do mais profundo de nossa mente "onde Ele habita". Muitas vezes, a maioria delas, sem que O percebamos.

Entretanto, como o ensinamento afirma, nenhuma paz é possível enquanto o Verbo de Deus não for ouvido no mundo inteiro. Antes que nossas mentes, em escuta tranquila, aceitem a mensagem que o mundo tem de ouvir para apresentar no tempo sereno da paz.

E o mundo só muda por intermédio de nós, de todos e de cada um de nós. Nada o pode salvar a não ser nós, "porque o plano de Deus é simplesmente este: o Filho de Deus é livre para se salvar, recebeu o Verbo de Deus para ser seu Guia, em sua mente para sempre, e eternamente a seu lado, para conduzi-lo com segurança à casa de seu Pai por sua própria vontade, eternamente livre como A de Deus. Ele não é levado à força, mas só pelo amor. Não é julgado, mas apenas santificado".

A prática de hoje pede que façamos silêncio para ouvir a Voz de Deus, livres da intromissão dos pensamentos mesquinhos do ego, livres dos desejos do corpo e livres de quaisquer julgamentos de Seu Verbo santo. Do mesmo modo, "não vamos nos julgar hoje, pois o que somos não pode ser julgado". Para conseguir isso, "nos afastamos de todos os julgamentos que o mundo infligiu ao Filho de Deus". Hoje, especialmente, "não daremos ouvidos ao mundo, mas esperaremos em silêncio pelo Verbo de Deus".

A única regra para a prática de hoje é esta: "Apenas fica quieto"... e "deixa que tua prática te eleve acima do pensamento do mundo e liberte tua visão dos olhos do corpo. Apenas fica quieto e escuta". Além disso, a cada hora, "aquieta-se por um momento e lembra-te de que tens um objetivo especial para este dia: receber o Verbo de Deus na completa paz".

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Lembretes necessários

Pensava outro dia, enquanto preparava o comentário para uma das lições mais recentes, que devemos prestar sempre, e cada vez mais, toda a atenção possível às orientações e sugestões que nos dá o ego, submetendo-as constantemente ao crivo do Espírito Santo, sob pena de nos desviarmos demais do caminho que nos pode levar na direção do reconhecimento daquilo que, de fato, somos, isto é, da busca de lembrar de nós mesmos, que empreendemos juntos quando nos decidimos a fazer diariamente as lições que nos propõe o livro.

Sim, porque cada ego tem um plano bem definido para alcançar seus objetivos em seu estar-no-mundo e conta, ou planeja contar, a qualquer custo, com a colaboração do corpo que lhe dá abrigo. Seja por levar a mente a se auto-enganar pensando que é só o corpo, seja por artifícios e artimanhas outras que envolvem os sistemas punição-recompensa, dor-prazer, sofrimento-alegria, entre outros. Como se a dualidade fosse uma verdade da qual não se pode fugir, e não apenas uma maneira de ver dois aspectos diferentes de uma mesma coisa ou situação.

Assim, volto a ressaltar a necessidade da atenção permanente, para que não nos enganemos achando que já aprendemos o bastante para não cair no logro do ego. É bom, por isso, estar-se sempre preparado para o inesperado. Para tanto, é necessário acreditar firmemente que qualquer mudança foi, é e será sempre para melhor. Acreditar que "todas as coisas cooperam para o bem".

Dito isto, para que não sobrem vestígios de quaisquer possíveis equívocos, nunca é demais lembrar que nada do que digo aqui jamais lhes deve parecer a verdade absoluta, isto é, não é minha intenção, nem nunca foi, em nenhum momento, dar a impressão de que sei mais do que qualquer estudante ou professor do UCEM. O próprio Curso, aliás, não pleiteia a verdade como exclusividade sua, uma vez que se coloca na condição de um caminho, no meio de vários caminhos. E entende que não sirva para todos. Dito de outra forma, este Curso é apenas mais um caminho na direção do autoconhecimento, na busca da verdade a respeito do sou e do que cada um de nós é, na Unidade, como partes da Filiação. Por isso, é sempre bom lembrar e pedir-lhes que lembrem, em caso de dúvida, de considerar sempre o que o ensinamento do Curso diz, deixando de lado o que digo, se não lhes parecer razoável, sensato, ou amoroso. Ou se lhes der a impressão ou lhes trouxer à mente a ideia da possibilidade de reforçar uma separação que, sabemos, nunca existiu.

Para finalizar, aproveito para dar aqui as boas vindas a Joyce Worm. Esperemos que ela encontre aqui conosco o acolhimento necessário, que a deixe à vontade para compartilhar conosco do aprendizado, trazendo-nos mais de si para que aprendamos mais de nós mesmos. Bem-vinda, Joyce. Fique à vontade, por favor, para dividir conosco suas experiências de luz.

Aprendendo a praticar a Unidade

Neste dia 4 de maio, a ideia da lição 124 é: Que eu me lembre de que sou um com Deus.

E as instruções para a prática começam nos convidando a agradecer mais uma vez por nossa Identidade em Deus. Assegurando-nos de que "nosso lar está em segurança" e tem sua "proteção garantida em tudo o que fizermos", pois " o poder e a força estão a nossa disposição em todas as nossas atividades". Sempre que nos lembramos de nossa "Identidade em Deus", desaparecem as possibilidades de fracassarmos em qualquer coisa, e "tudo o que tocamos adquire uma luz brilhante que abençoa e cura". A lição de hoje nos permite perceber que podemos, "em unidade com Deus e com o universo" inteiro, seguir "nosso caminho regozijando-nos com o pensamento de que o Próprio Deus vai conosco a todos os lugares".

Nesta unidade, diz-nos o texto, podemos perceber "quão santas são nossas mentes" e, ainda, "que tudo o que vemos reflete a santidade da mente em unidade com Deus e consigo mesma". Isso faz que os erros, e as possibilidades de erro, desapareçam muito facilmente e que a morte dê lugar apenas à "vida que dura para sempre". Nesta unidade, "nossas pegadas brilhantes indicam o caminho para a verdade, pois Deus é nosso Companheiro enquanto andamos pelo mundo um pouco mais". E os que nos seguem reconhecem facilmente o caminho, porque a luz que carregamos, embora continue conosco, fica para trás para lhes iluminar os passos.

Nossa gratidão, hoje, inclui lembrar constantemente do Amor de Deus por nós, sem jamais duvidar d'Ele, sem questionar Sua proteção e cuidado. Pois na unidade com Deus, nem sequer uma pontinha de ansiedade, a menor de todas, "pode se interpor entre nossa fé e nossa consciência de Sua Presença. Somos um com Ele hoje em reconhecimento e lembrança. Nós O sentimos [nós O trazemos conosco] em nossos corações". E "nossas mentes contêm [apenas] os Pensamentos d'Ele; e nossos olhos veem [tão somente] Sua Graça em tudo o que vemos".

A orientação para as práticas deste dia diz exatamente o seguinte: "Que a paz esteja contigo hoje. Assegura tua paz pela prática da consciência de que és um com teu Criador, assim como Ele é um contigo. Em algum momento, quando te parecer melhor, hoje, dedica meia hora ao pensamento de que és um com Deus. Esta é nossa primeira tentativa de um período prolongado para o qual não damos nenhuma regra ou palavras específicas a fim de orientar tua meditação. Confiaremos que a Voz por Deus se manifestará quando Ele julgar adequado hoje, certos de que Ele não falhará".

E ainda: "Teu benefício não será menor se achares que não acontece nada. Podes não estar pronto para aceitar o ganho hoje. Porém, em algum momento, em algum ponto, ele virá para ti, e não deixarás de reconhecê-lo quando ele despontar com certeza em tua mente". O Curso nos pede ainda, além da meia hora, para repetirmos para nós mesmos de hora em hora o seguinte:

Que eu me lembre de que sou um com Deus, na unidade com todos os meus irmãos e meu Ser, na paz e na santidade eternas.

domingo, 3 de maio de 2009

Para lembrar o quanto temos a agradecer

Hoje é o dia para a gratidão. Um dia para agradecimento. Um dia de se dar graças. E é a isso que nos convida a lição 123, deste 3 de maio. Pois "chegamos a atalhos mais suaves e a estradas mais planas" a esta altura da prática, a esta altura do contato com o ensinamento. Assim, diz o texto, "um dia dedicado à gratidão neste momento acrescentará o benefício de algum discernimento acerca da extensão verdadeira de todos os ganhos que tiveste, das dádivas que recebeste" até aqui.

Por isso, "alegra-te hoje, em amorosa gratidão, teu Pai não te deixou aos teus próprios cuidados, tampouco te deixou viajar sozinho na escuridão. Sê grato por Ele te ter salvo do ser que pensaste ter criado para tomar o lugar d'Ele e de Sua criação. Dá-Lhe graças hoje".

"Agradece por Ele não ter te abandonado e porque Seu Amor vai permanecer brilhando para sempre em ti, imutável para sempre. Dá graças também por seres imutável, pois o Filho que Ele ama é imutável como Ele Mesmo. Sê grato porque estás salvo. Alegra-te porque tens uma função para cumprir na salvação. Sê grato porque teu valor transcende em muito tuas dádivas escassas e teus julgamentos mesquinhos a respeito daquele que Deus designou como Seu Filho."

"Hoje, em gratidão, elevamos nossos corações acima do desespero e erguemos nossos olhos agradecidos, que não olham mais para o pó. Hoje, cantamos a canção do agradecimento, em louvor do Ser que Deus quer que seja nossa verdadeira Identidade n'Ele. Hoje, sorrimos para todos que vemos e andamos com passos leves enquanto vamos fazer aquilo que nos é dado fazer."

Andamos pelo mundo hoje cheios da alegria que nos dá a certeza de que "não vamos sozinhos. E damos graças porque em nossa solidão um Amigo veio nos trazer o Verbo salvador de Deus. E Ele te agradece por ouvi-Lo, pois Seu Verbo é inaudível se não for ouvido. Ao agradeceres a Ele os agradecimentos também são teus". Pois "uma mensagem não ouvida não vai salvar o mundo, por mais poderosa que seja a Voz que a traz, por mais amorosa que a mensagem possa ser".

Nossa prática vai dedicar novamente quinze minutos inteiros à ideia de hoje, por duas vezes. Uma pela manhã e uma à noite. E a cada hora vamos dedicar um minuto de nossa atenção ao silêncio e ao recolhimento interior para receber os agradecimentos de Deus e para entender quão amorosamente Deus nos conserva em Sua Mente, quão profundo e infinito é Seu Amor por nós e quão perfeita é Sua gratidão. Possa ser assim também a nossa.

sábado, 2 de maio de 2009

O perdão é a resposta!

A lição 122, deste dia 2 de maio, diz: O perdão oferece tudo o que quero. E suas instruções começam da seguinte forma:

O que poderias querer que o perdão não possa dar? Queres paz? O perdão a oferece. Queres felicidade, uma mente serena, clareza de objetivos e uma sensação de valor e beleza que transcenda o mundo? Queres atenção e segurança e o calor da proteção sempre garantida? Queres um tranquilidade que não possa ser perturbada, uma mansidão que não possa jamais ser ferida, um bem-estar profundo e duradouro e um descanso tão perfeito que não possa nunca ser aborrecido?

E continua.

Tudo isso o perdão te oferece, e mais. Ele brilha nos teus olhos quando acordas e te dá a alegria para saudar o dia. Ele conforta tua fronte enquanto dormes e pousa sobre tuas pálpebras para que não tenhas nenhum sonho de medo e mal, de rancor e ataque. E, quando acordas novamente, ele te oferece outro dia de felicidade e de paz. Tudo isso o perdão te oferece, e mais.

Adiante o texto traz a questão: Por que buscarias uma resposta diferente daquela que responderá a tudo? E afirma: Aqui está a resposta perfeita, oferecida a perguntas imperfeitas, a pedidos insignificantes, a uma disposição para ouvir indiferente e a uma perseverança menos do que parcial e confiança incompleta. Aqui está a resposta! Não busques mais. Não acharás outra como alternativa.

Assim podemos dedicar com alegria quinze minutos pela manhã, e à noite, à prática da ideia de hoje, certos de que ela vai nos colocar no caminho que nos tira do inferno e nos garante a felicidade que é nossa herança de Filhos de Deus. Podemos descansar com a certeza de que o perdão nos oferece tudo aquilo que queremos. Para que não esqueçamos de todas as dádivas que recebemos e de tudo o que o perdão nos oferece, ao longo do dia, vamos procurar lembrar, pelo menos por um instante a cada quinze minutos, do seguinte:

O perdão oferece tudo o que quero.
Aceito isso como verdadeiro hoje.
Recebo as dádivas de Deus hoje.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Aprendendo a perdoar

A ideia para a lição 121, deste dia 1º de maio, é: O perdão é a chave da felicidade.

Interessante notar que ela parece contradizer aquilo de que falamos no comentário postado ontem com a mensagem do Neale. Não é bem assim, no entanto. Porque, uma vez neste mundo, aprendemos com seu criador, o ego, a desenvolver uma mente implacável, para a qual "não existe nenhum erro, mas apenas pecados". Uma mente que olha para o mundo com olhos incapazes de ver e que guincha "quando vê suas próprias projeções se erguendo para atacar sua paródia miserável de vida". A mente implacável, diz-nos o Curso, "quer perdão, mas não vê nenhuma esperança. Quer uma saída, mas não pode conceber nenhuma porque vê o pecador em todos os lugares".

Por isso, a lição de hoje nos ensina que "o perdão é adquirido", não é algo inato da mente, que não pode pecar, mas, "uma vez que o pecado é uma ideia que ensinaste a ti mesmo, o perdão também tem de ser aprendido por ti, mas de um Professor diferente de ti mesmo, Que representa o outro Ser em ti. Por meio d'Ele tu aprendes a perdoar o ser que pensas ter criado e o deixas desaparecer. Deste modo, devolves tua mente unificada a Ele, Que é teu Ser, e Que não pode pecar jamais".

As instruções do Curso são para que, além de uma prática a cada hora do dia, dediquemos dez minutos inteiros pela manhã e à noite à prática da ideia de hoje, para aprendermos a oferecer nosso perdão. Ao mundo e, principalmente, a nós mesmos, que o criamos da forma pela qual o vemos.