sábado, 7 de agosto de 2010

Aprender a questionar todas as coisas

LIÇÃO 219

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (199) Eu não sou um corpo. Sou livre.

Eu sou o Filho de Deus. Aquieta-te, minha mente, e pensa nisto por um momento. E, depois, volta à terra, sem confusão a respeito do que meu Pai ama para sempre como Seu Filho.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

Neste sábado, 7 de agosto, revisamos a ideia que nos oferece a possibilidade de libertação completa da crença que nos aprisiona a um corpo, a uma forma. Uma ideia que nos afiança sermos livres, ao compreendermos e aceitarmos que não somos corpos. Somos espíritos. E o espírito é livre.

É esta a verdade a respeito do que somos, se acreditarmos que ainda somos como Deus nos criou. Mas quem acredita nisto, quando olha para o mundo e vê o "caos" que aparentemente se instalou sobre a terra? Porém, a ideia que praticamos também nos permite ver que o aparente "caos" é apenas a ilusão gerada pela crença em corpos e formas, frutos de uma separação que nunca existiu.

É por esta razão que a orientação para as práticas falam em aquietar a mente. Para que olhemos de modo diferente para o mundo, e para as coisas dele ou nele. Nada é o que parece ser. E quando cometemos o equívoco de acreditar que compreendemos o que percebemos, seu significado está perdido para nós (conforme T-11.VIII.2:3).

Ainda de acordo como o que o Curso ensina, não conhecemos o significado de nenhuma das coisas que vemos e não temos nenhum pensamento totalmente verdadeiro. Mas temos um Professor, Que conhece o significado de todas coisas. E podemos perguntar a Ele se estivermos dispostos a aprender. Todavia, para aprender com Ele é preciso que tenhamos disposição para questionar todas as coisas que aprendemos por conta própria [no mundo e do mundo], pois aprendemos mal quando buscamos ser professores de nós mesmos (vide T-11.VIII.3).

Aproveitemos, pois, as práticas de hoje para aprender a respeito de nossa liberdade com o único Professor Que conhece todas as coisas, aquietando nossas mentes para ouvir Sua Resposta.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O princípio que constrói nossa "realidade"

LIÇÃO 218

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (198) Só minha condenação me fere.

Minha condenação mantém minha percepção duvidosa e com meus olhos cegos não posso perceber a beleza de minha glória. Hoje, porém, posso ver esta glória e ficar alegre.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

Já lhes falei do livro Hipnotizando Maria, de Richard Bach, não é mesmo? Vocês já o leram? Não? Então, estão perdendo tempo [isto é uma sugestão hipnótica, risos, vide abaixo]. Pois vi nele um ótimo instrumento auxiliar para o aprendizado do UCEM. Para a comprensão e para o domínio de algumas das ideias básicas do ensinamento.

Uma delas é a ideia que praticamos nesta sexta, dia 6 de agosto, por exemplo. De que forma ela aparece no livro de Bach? Assim:

"... toda vez que pensamos ou dizemos: eu sou..., eu sinto..., eu quero..., eu penso..., eu sei..., você parece...., você pode..., você é..., você não pode..., isto é..., isto não é...., toda vez que usamos um julgamento de valor, como bom, mau, melhor, ruim, muito bom, lindo, inútil, formidável, certo, errado, terrível, encantador, magnífico, perda de tempo... E assim por diante... cada declaração que fazemos já não é uma declaração, é uma sugestão [hipnótica], e cada sugestão que aceitamos nos empurra mais para o fundo [em direção ao transe, na direção da crença que queremos criar e que, de fato, criamos ao aceitar a sugestão como verdadeira, a nosso próprio respeito ou a respeito de quem quer que seja. É assim que construímos nossa experiência, nossa "realidade"]. Toda sugestão intensifica a si mesma".

Repetindo: "toda sugestão intensifica a si mesma". Lembram do exemplo de Madre Teresa, que dizia nunca aceitar nenhum convite para qualquer movimento contra qualquer coisa, explicando que aquilo contra o que se luta apenas se reforça e intensifica? Este é o princípio. Lembram que o Curso diz que medo é desejo? Por quê? Porque ele é uma sugestão que não conseguimos deixar de reforçar e intensificar quando pensamos nele como parte de nossa experiência em relação a alguma coisa específica.

Daí a necessidade das práticas diárias, de meditação, do contato com o divino em nós, por menor que seja o tempo que nos dedicamos a elas. As práticas buscam nos oferecer a opção da escolha consciente, que só é possível fora do transe a que o mundo e as coisas do mundo, criadas pelo sistema de pensamento do ego, nos induzem.

Da mesma maneira que o sistema de pensamento do ego nos leva a acreditar que a ilusão é verdadeira, pela repetição - desde que o mundo é mundo - das sugestões de julgamento de nós mesmos e de tudo o que nos cerca em nosso experimentar do mundo, o Espírito Santo nos ensina, pela prática das ideias das lições, a neutralizar os julgamentos, isto é , a devolver ao mundo, e a tudo o que aparentemente existe nele, sua neutralidade.

Não valerá, pois, a pena aprender que a repetição da ideia de hoje, uma sugestão hipnótica de que "só minha condenação me fere", pode me livrar de julgar a que ou quem quer que seja por eu saber que ao julgar e condenar estou apenas condenando a mim mesmo?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Trocando as expectativas pela gratidão

LIÇÃO 217

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (197) Só posso ganhar a minha gratidão.

Quem, a não ser eu mesmo, deve agradecer por minha salvação? E de que modo, a não ser pela salvação, posso descobrir o Ser a Quem devo minha gratidão?

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

Meu primeiro pensamento, ao voltar a esta ideia que praticamos nesta quinta, dia 5 de agosto, foi o de que ela é a razão pela qual não se pode - nem se deve - ter expectativa em relação a alguém ou a alguma coisa. Ninguém, uma vez aprendida a gratidão, precisa, nem pode e nem deve ter expectativas em relação a nada.

Pois, como dizia a mensagem que lhes ofereci na terça, não podemos nos valer de ninguém para a satisfação de nossas próprias necessidades. Não precisamos de nada, na verdade. E temos "um depósito infinito de dádivas amorosas para oferecer".

Quem, pois, a não ser eu mesmo, se beneficia, quando dou alguma coisa amorosamente? E quem, a não ser meu ego, precisa da reverência e de agradecimentos mil, quando dou alguma coisa? E se esta reverência e estes agradecimentos não vierem?

Com nos diz o texto que introduz esta ideia para as práticas: "Não importa se outro considera tuas dádivas indignas. Na mente dele existe uma parte que se junta a tua para te agradecer. Não importa se tuas dádivas parecem perdidas e inúteis. Elas são recebidas onde são dadas. Em tua gratidão elas são aceitas universalmente e reconhecidas com gratidão pelo Coração do Próprio Deus".

Alguém pode pedir ou querer mais do que isto?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O que queremos para nossa vida?


LIÇÃO 216

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (196) Só posso crucificar a mim mesmo.

Tudo o que faço, faço a mim mesmo. Se ataco, eu sofro. Mas, se eu perdoar, a salvação me será dada.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

Nesta quarta-feira, dia 4 de agosto, vamos revisar uma ideia que contém uma verdade que não aprendemos com o mundo. O mundo nos ensina a julgar, a condernar, a atacar e a crucificar todos os que se apresentam em nossos caminhos como culpados pelo estado de coisas que vivemos. Um estado que, aliás, nunca é de nossa própria responsabilidade, uma vez que nós "sabemos" o que fazemos e o que queremos, enquanto os outros estão todos errados, a se dar ouvidos ao sistema de pensamento do ego.

O Curso diz várias vezes, em diversos pontos diferentes, que oferece um ensinamento muito simples. Afinal, como ele diz a certa altura, o que pode ser mais simples do que descobrir que ilusão é ilusão e que só a verdade é verdadeira?

E é isto que a ideia para as práticas de hoje nos ajuda a aprender e a compreender. Pois ela é apenas extensão é consequência natural de outra lição que diz: "Tudo o que dou é dado a mim mesmo" (Lição 126).

Isto não é simples de se aprender? Sim! Sim! É simples, mas não é fácil. E por quê? Por estarmos hipnotizados pelos modos e sugestões do mundo [do ego], grande número de vezes não nos apercebemos de que o que fazemos só atinge mais fundo, de fato, a nós mesmos.

Apesar de todos já termos experimentado em algum momento a dor que resulta de se ferir alguém, o ego nos convida a relevar esta dor e a esquecê-la, sob a justificativa de que o que fizemos era o que aquela pessoa merecia.

Na verdade, sabemos que não é assim. Pois sempre que buscamos ferir ou atacar alguém é a nós mesmos que machucamos mais. É pagamos o preço em culpa. E a culpa gera o medo. E não conseguimos mais ficar em paz.

Será isto que queremos de verdade para nossa vida?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

As boas intenções não são suficientes

LIÇÃO 215

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (195) O amor é o caminho que sigo com gratidão.

O Espírito Santo é meu único Guia. Ele caminha comigo no amor. E eu dou graças a Ele por me mostrar o caminho a seguir.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

Na tentativa de fornecer elementos para aprofundar as práticas com a ideia desta terça, dia 3 de agosto, vou dividir com vocês uma mensagem recebida por Helen Schucman em 1975, conforme registro no livro Absence from Felicity, de Kenneth Wapnick. A mensagem, de acordo com Ken, é uma advertência a Helen, e, por consequência, a nós todos no mundo inteiro, a não acreditar que apenas nosso desejo de ouvir seja suficiente para ouvirmos verdadeiramente. Como o Curso bem nos adverte: "Não confies nas tuas boas intenções. Elas não são suficientes" (T-18.IV.2:1-2).

Perdoem-me se o conteúdo lhes parecer um pouco longo, mas ele me parece muito oportuno para enriquecer e complementar as práticas da ideia de hoje. A mensagem diz o seguinte:

Todas as coisas são possíveis para Deus, mas tu tens de pedir a resposta d'Ele apenas a Ele Mesmo.

Talvez penses que o fazes, mas fica certo de que, se o fizesses, estarias em paz agora e não te deixarias perturbar por nada. Não tentes imaginar a Vontade d'Ele para ti. Não pressuponhas que estás certo porque uma resposta parece vir d'Ele. Certifica-te de perguntar e, em seguida, fica quieto e deixa que Ele fale. Não há nenhum problema que Ele não possa resolver, pois nunca é Ele Quem separa algumas questões para serem resolvidas por alguém mais. Tu não podes partilhar o mundo com Ele dando metade a Ele enquanto a outra metade cabe a ti. A verdade não faz nenhuma concessão. Manter uma pequena parte separada é manter tudo separado. Tua vida, completa e total, pertence a Deus ou nada dela é d'Ele. Não há nenhuma ideia no mundo que pareça mais terrível.

Porém, é apenas quando esta ideia aparece com perfeita clareza que há esperança de paz e de segurança para a mente mantida por tanto tempo cega e posicionada de modo a evitar a luz. Isto é a luz. Recua e não dês importância às formas que parecem te manter limitado. Tu cumprirás tua função. E terás qualquer coisa de que necessites. Deus não falha. Mas não imponhas nenhum limite ao que queres oferecer a Ele para ser resolvido. Pois Ele não pode oferecer mil respostas quando existe apenas uma. Aceita esta única d'Ele e não restará uma pergunta sequer a ser feita.

Não te esqueças de que, se tentas resolver um problema, tu o julgas por ti mesmo e, deste modo, trais teu papel natural. A grandeza, que vem de Deus, estabelece que o julgamento é impossível para ti. Mas a grandiosidade insiste que julgues e tragas a ela todos os problemas que tens. E qual é o resultado? Olha com atenção para tua vida e deixa que ela fale por ti...

O que queres sonegar a Deus que esconderias por trás de teu julgamento? O que escondes sob o manto da bondade e da preocupação? Não uses ninguém para tuas necessidades, pois isto é "pecado" e pagarás a pena em culpa. Lembra-te de que não precisas de nada, mas tens um depósito infinito de dádivas amorosas para oferecer. Mas ensina esta lição apenas a ti mesmo. Teu irmão não a aprenderá de tuas palavras ou dos julgamentos que fizeste dele. Tu não precisas dizer nem mesmo uma palavra a ele. Tu não podes perguntar: "O que direi a ele?" e ouvir a resposta de Deus. Em vez disto, é melhor pedires: "Ajuda-me a ver este irmão pelos olhos da verdade e não do julgamento", e a ajuda de Deus e de todos os Seus anjos atenderá.

Pois só deste modo descansamos. Nós rejeitamos todos os nossos julgamentos mesquinhos e palavras insignificantes; nosso problemas minúsculos e nossas falsas preocupações. Tentamos ser o senhor de nossos destinos e pensamos que aí estava a paz. Liberdade com julgamento é impossível. Mas a teu lado está Aquele Que conhece o caminho. Recua para Ele e deixa Ele te conduzir ao descanso e ao silêncio da Palavra de Deus.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Liberdade é confiar o futuro às Mãos de Deus.

LIÇÃO 214

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (194) Entrego o futuro nas Mãos de Deus.

O passado se foi; o futuro ainda não existe. Agora estou livre de ambos. Pois o que Deus dá só pode ser para o bem. E eu aceito apenas o que Ele dá como aquilo que me pertence.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

*

COMENTÁRIO:

A ideia que revisamos nesta segunda-feira, dia 2 de agosto, se lembrarmos bem das orientações que recebemos para as práticas com ela há vinte dias, é um passo gigantesco na direção da salvação rápida, pois cobre uma distância tão grande que nos "coloca bem perto do Céu".

É esta ideia, em conjunto com as que unificam nossas práticas nesta revisão, que vai nos permitir "ultrapassar toda ansiedade, todos os abismos do inferno, todo o negror da depressão, dos pensamentos de pecado e da desolação trazida pela [crença na ideia da] culpa", que se origina da crença na separação.

Uma vez aceita esta ideia, o que podemos temer? Já não há passado e qualquer coisa que possamos esperar do futuro, que ainda não existe, está nas Mãos de Deus. Isto não é absolutamente libertador? Salvar-se - salvar o mundo - não é apenas isto: confiar o futuro às Mãos de Deus?

De que nos valeram até agora todos os esforços - e o orgulho que os motiva - para controlar nossos próprios caminhos? Alguém, alguma vez, conseguiu, consegue, ou virá a conseguir, de fato, prever ou mudar o papel que lhe cabe no plano de Deus para a salvação do mundo, sem se render por completo a Ele?

Não é este tipo de esforço que nos desgasta, que nos apavora e que nos enche de terror ao se revelar inútil? Quanto nos debatemos e quanto ainda vamos nos debater antes de aceitar que basta nos rendermos à Vontade de Deus para que tudo se ilumine e encha de alegria, de amor e de paz todos os caminhos que trilhamos?

Uma última observação: Já estou postando as lições em São Paulo, de volta após quinze dias maravilhosos de férias. Muitas experiências, muitos acontecimentos, muitas leituras e muito a partilhar. Vou fazê-lo aos poucos. Aproveito esta observação final para dar as boas vindas a Geane Cristina Schuh, que se juntou a nós neste período em que estive ausente. Bem-vinda, Geane! Como digo sempre a todos que se apresentam, fique, por favor, à vontade para comentar, dividir suas experiências e contar a respeito de você mesma e de seu contato com o UCEM e com os exercícios diários.

domingo, 1 de agosto de 2010

De quem é a responsabilidade por tudo?

LIÇÃO 213

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

1. (193) Todas as coisas são lições que Deus quer que eu aprenda.

Uma lição é um milagre que Deus me oferece em lugar de pensamentos que tive, que me ferem. O que aprendo d'Ele é o modo pelo qual me liberto. E, por isto, escolho aprender as lições d'Ele e esquecer minhas próprias lições.

Eu não sou um corpo. Sou livre.
Pois ainda sou como Deus me criou.

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COMENTÁRIO:

Assim como não existem acasos, conforme sabemos, também não existem coincidências. Caso contrário, a quem atribuir a responsabilidade pela experiência? Se não há nenhum mundo, a não ser o que vejo como expressão de meu mundo interior - e o de cada um individualmente - o que preciso salvar? A quem preciso salvar a não ser a mim mesmo?

É maravilhoso praticar, e compreender bem, a ideia que revisamos neste domingo, último dia do mês de julho "na contagem milenar". Ela abre diante de nós todas as possibilidades do aprendizado da percepção verdadeira. Pois é a compreensão desta ideia que vai fundamentar e facilitar nossa aceitação da responsabilidade que nos cabe por tudo o que acontece na vida. Em nossa própria vida e na vida em geral.

Lembremo-nos de que compreender é aceitar. Pois só não aceitamos aquilo que ainda não compreendemos. E, quando nos recusamos a compreender algo, estamos apenas nos aferrando a uma ideia, a um preconceito [pré-conceito, conceito prévio ou anterior], a um julgamento que fizemos e não queremos mudar.

Assim, a ideia de hoje é, de fato, um milagre que Deus nos oferece para substituir quaisquer pensamentos que tivemos a respeito de qualquer coisa que seja, e que se apresente a nós em nossa experiência. Pois permite que retiremos todo o julgamento dos fatos e das circunstâncias, e olhemos para eles com um novo olhar, um olhar diferente. Um olhar que busca apreender, compreender e aceitar a lição que se apresenta daquele modo, naquele momento, seja ela qual for, seja qual for o momento.

É importante que saibamos que, de acordo com o Curso, uma lição nos vai ser apresentada tantas vezes quanto necessário e de tantas formas diferentes até que a aprendamos. Para, então, passarmos a uma nova lição, a um novo aprendizado. Enquanto resistirmos às lições, considerando-as acaso, coincidência, má sorte, infortúnio, desgraça, algo que não deveria ter acontecido, ou nos considerando infelizes pelas experiências que vivemos, deixamos de ver o milagre que há por trás de todos os acontecimentos de nossas vidas.